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<title><![CDATA[smprojetos]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com]]></link>
<description><![CDATA[Notícias (web)]]></description>
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<title><![CDATA[WaterSense Bath Rehab on HouseLogic]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3253-WaterSense-Bath-Rehab-on-HouseLogic.html]]></link>
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<description><![CDATA[Today, part three in a water-wise bathroom project that I&#8217;m blogging is live on HouseLogic.  If you&#8217;re just catching up, I have an old 1958 bathroom that I&#8217;m remodeling while incorporating new WaterSense fixtures.  The whole process is shared and documented in partnership with HouseLogic; plus, with each article each week, HouseLogic is offering commenters [...]]]></description>
<pubDate><![CDATA[Mon, 06 Feb 2012 14:06:48 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Mercado de alto luxo no Rio carece de comprador]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3252-Mercado-de-alto-luxo-no-Rio-carece-de-comprador.html]]></link>
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<description><![CDATA[<font size="2" face="Arial"><strong><font size="3">Mercado de alto luxo no Rio carece de comprador<br /><br /></font></strong>As avenidas Delfim Moreira e Vieira Souto s&atilde;o sin&ocirc;nimos de status no Rio de Janeiro. Sonho e desejo de nove entre cada dez cariocas, al&eacute;m de outros brasileiros e muitos estrangeiros, os pre&ccedil;os dos im&oacute;veis com vista para o mar fazem este mercado andar na contram&atilde;o da maior parte das negocia&ccedil;&otilde;es imobili&aacute;rias no Rio. Enquanto em outros trechos da zona Sul, um apartamento com pre&ccedil;o menor &eacute; vendido, na maioria das vezes em menos de um m&ecirc;s, im&oacute;veis de alto luxo, n&atilde;o s&oacute; na linha do mar, como tamb&eacute;m na Lagoa, ou ainda casas de alto padr&atilde;o no Jardim Bot&acirc;nico e na G&aacute;vea, levam at&eacute; um ano para serem negociadas. Isto, mesmo sem uma grande oferta no mercado.<br /><br />Com pre&ccedil;os que come&ccedil;am em R$ 5 milh&otilde;es e podem chegar a R$ 40 milh&otilde;es, esses im&oacute;veis n&atilde;o s&atilde;o beneficiados pelo farto cr&eacute;dito do mercado financeiro e, por isso, s&atilde;o negociados &agrave; vista.<br /><br />O Rio de Janeiro &eacute; uma cidade cara. Na maior parte das cidades no mundo, im&oacute;veis de alto luxo come&ccedil;am com pre&ccedil;os em torno de US$ 1 milh&atilde;o. Aqui, im&oacute;veis no Leblon ou Ipanema, de tr&ecirc;s quartos perto da praia, podem custar R$ 2 milh&otilde;es, R$ 2,5 milh&otilde;es, lembra Patr&iacute;cia Judice, diretora da Judice & Araujo. A corretora faz parte da Christie&#039;s International Real State, uma rede de imobili&aacute;rias que negocia im&oacute;veis em mais de 40 pa&iacute;ses, com um volume de vendas estimado em US$ 100 bilh&otilde;es por ano.<br /><br />Patr&iacute;cia explica que apartamentos na Delfim Moreira chegam a custar R$ 40 mil o metro quadrado, o dobro da m&eacute;dia no Leblon que &eacute; de R$ 20 mil, o bairro mais caro da capital fluminense. S&oacute; para se ter uma ideia dos pre&ccedil;os, um im&oacute;vel de 70 metros quadrados na G&aacute;vea chega a custar R$ 1 milh&atilde;o. &quot;Mas para eles, h&aacute; sim fila de espera&quot;.<br /><br />J&aacute; para os apartamentos de alto luxo da zona Sul do Rio, a busca ainda &eacute; inversa. &quot;Quando surge um im&oacute;vel de alto padr&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio buscar um comprador&quot;, conta a diretora. &quot;Muitas vezes, acionamos nossa rede mundial atrav&eacute;s da Christie&#039;s&quot;, completa. Patr&iacute;cia acrescenta que h&aacute; investidores estrangeiros interessados neste mercado, mas h&aacute; tamb&eacute;m fam&iacute;lias cariocas que est&atilde;o enriquecendo e procuram morar num im&oacute;vel que traga mais status.<br /><br />A diretora conta que no ano passado vendeu um apartamento na Delfim Moreira para um casal, no segundo casamento, que j&aacute; morava numa rua interna do Leblon, mas queria ter um im&oacute;vel com vista para o mar. Os dois pagaram cerca de R$ 10 milh&otilde;es por um apartamento de 300 metros quadrados.<br /><br />Mas n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil encontrar esse comprador. Rodrigo Feliciano, diretor comercial da Brasil Brokers &Eacute;tica, conta que, como as negocia&ccedil;&otilde;es s&atilde;o com valores altos, elas s&atilde;o mais lentas. &quot;Quem vende, n&atilde;o quer ser muito incomodado com as visitas. E quem compra n&atilde;o quer aparecer tanto&quot;, diz o diretor. Mas, para facilitar o neg&oacute;cio, j&aacute; h&aacute; quem aceite parcelar o pagamento em duas ou tr&ecirc;s vezes, num prazo de seis meses. &quot;E tamb&eacute;m existem casos em que outros im&oacute;veis entram no pagamento&quot;.<br /><br />Um exemplo da longa negocia&ccedil;&atilde;o da Brasil Brokers &Eacute;tica foi um apartamento de tr&ecirc;s su&iacute;tes, com tr&ecirc;s vagas na garagem, na Prudente de Moraes, a segunda rua de Ipanema, que foi posto no mercado por R$ 4,5 milh&otilde;es. Foram sete meses esperando um comprador e, no fim, o im&oacute;vel foi vendido por R$ 4 milh&otilde;es.<br /><br />Apesar disso, os dois diretores ainda veem bom neg&oacute;cios na regi&atilde;o. &quot;H&aacute; muitos im&oacute;veis que s&atilde;o vendidos em heran&ccedil;a&quot;, diz Patr&iacute;cia. &quot;A zona Sul continua sendo o desejo de carioca. Muitos querem, mas poucos podem comprar&quot;, conclui Feliciano.<br /><br /><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o, original Valor Econ&ocirc;mico.</em></font>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Mon, 06 Feb 2012 11:50:45 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Energy Data at the Click of a Green Button]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3251-Energy-Data-at-the-Click-of-a-Green-Button.html]]></link>
<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3251-Energy-Data-at-the-Click-of-a-Green-Button.html]]></guid>
<description><![CDATA[The Green Button initiative, which gives customers access to their energy consumption data, is gathering steam as three California utilities announced in January they are offering the standardized energy use data to more than 10 million customers.  The initial announcement by San Diego Gas & Electric, Southern California Edison, and Pacific Gas & Electric was [...]]]></description>
<pubDate><![CDATA[Mon, 06 Feb 2012 10:40:36 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Setor imobiliário derruba lucro global]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3250-Setor-imobiliario-derruba-lucro-global.html]]></link>
<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3250-Setor-imobiliario-derruba-lucro-global.html]]></guid>
<description><![CDATA[<font size="2" face="Arial"><strong><font size="3">Setor imobili&aacute;rio derruba lucro global<br /><br /></font></strong>O banco Santander, maior na zona do euro, informou uma queda acentuada em seu lucro anual, ap&oacute;s ter reservado dinheiro para cobrir preju&iacute;zos relacionados com retomadas de bens no setor imobili&aacute;rio espanhol. Os bancos espanh&oacute;is t&ecirc;m em seus balan&ccedil;os o equivalente a centenas de bilh&otilde;es de euros de terras e propriedades invend&aacute;veis e empr&eacute;stimos irrecuper&aacute;veis concedidos a incorporadores falidas, quatro anos ap&oacute;s um colapso nos setores habitacional e de constru&ccedil;&atilde;o civil.<br /><br />As perspectivas sombrias do Santander para o setor v&ecirc;m um dia ap&oacute;s dados mostrarem que a economia espanhola parece a caminho de uma recess&atilde;o.<br /><br />O banco espanhol aproveitou a oferta do Banco Central Europeu, que disponibilizou empr&eacute;stimos baratos em dezembro, disse seu presidente-executivo, Alfredo Saenz, e usou o dinheiro como um &quot;amortecedor&quot;, em vez de emprest&aacute;-lo a tomadores. O lucro l&iacute;quido do grupo caiu 35%, para &euro; 5,35 bilh&otilde;es em 2011.<br /><br />S&oacute; no quarto trimestre, o lucro caiu 98% com a antecipa&ccedil;&atilde;o de regras mais duras para o reconhecimento de perdas no segmento imobili&aacute;rio e com a queda nos ganhos no Reino Unido e no Brasil. O ganho recuou a &euro; 47 milh&otilde;es, ante &euro; 2,1 bilh&otilde;es no mesmo per&iacute;odo do ano anterior.<br /><br />O Santander assumiu uma provis&atilde;o de &euro; 3,2 bilh&otilde;es, dos quais &euro; 1,8 bilh&atilde;o permitir&aacute; ao banco admitir preju&iacute;zos envolvendo propriedades espanholas retomadas por falta de pagamento a 50% de seu valor cont&aacute;bil, acima dos 31% anteriores. A deprecia&ccedil;&atilde;o de ativos imobili&aacute;rios retomados pelo banco est&aacute; agora em n&iacute;vel compat&iacute;vel com a &quot;limpeza&quot; promovida em 2009 na Irlanda, ap&oacute;s um estouro de uma bolha semelhante.<br /><br />&quot;Eles est&atilde;o sacrificando o presente para desenvolver um futuro melhor&quot;, disse Alejandro Varela, gestor de fundos na Renta 4, em Madri. &quot;Quanto mais r&aacute;pido admitirem as perdas, mais r&aacute;pido veremos uma recupera&ccedil;&atilde;o nos pr&oacute;ximos trimestres.&quot;<br /><br />O governo deve anunciar nesta semana novas regras que obrigar&atilde;o os bancos a reconhecer perdas relacionadas a empr&eacute;stimos concedidos a desenvolvedores imobili&aacute;rios e a im&oacute;veis retomados por inadimpl&ecirc;ncia, com o objetivo de limpar balan&ccedil;os e ampliar o fluxo de cr&eacute;dito para a economia. Alguns analistas ficaram desapontados com o fato de o Santander n&atilde;o ter rebaixado o valor cont&aacute;bil dos empr&eacute;stimos a empreendedoras falidas na mesma medida em que o fez nos casos de retomadas de im&oacute;veis.<br /><br />Completar provis&otilde;es contra o setor imobili&aacute;rio espanhol ser&aacute; prioridade neste ano, disse o presidente do banco, Emilio Botin. A exposi&ccedil;&atilde;o total do banco ao setor &eacute; de &euro; 32 bilh&otilde;es. Os cr&eacute;ditos podres, como percentual do total de empr&eacute;stimos aumentou em todo o grupo, saltando para 5,5%, na Espanha, em 2011. Os empr&eacute;stimos podres podem chegar a 6% no pr&oacute;ximo ano, na Espanha, onde uma em cada quatro pessoas est&aacute; desempregada, disse Saenz. Ao contr&aacute;rio dos bancos nacionais mais fracos, o Santander pode absorver maiores provis&otilde;es gra&ccedil;as a seus pr&oacute;speros neg&oacute;cios fora de Espanha, especialmente na Am&eacute;rica Latina. A Espanha contribui com menos de 10% do lucro do grupo. <br /><br /><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o, original Valor Econ&ocirc;mico</em>.</font>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Mon, 06 Feb 2012 10:37:09 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Tragédia do Rio: Secovi-SP orienta síndicos sobre obras em condomínios ]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3249-Tragedia-do-Rio-Secovi-SP-orienta-sindicos-sobre-obras-em-condominios-.html]]></link>
<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3249-Tragedia-do-Rio-Secovi-SP-orienta-sindicos-sobre-obras-em-condominios-.html]]></guid>
<description><![CDATA[<font size="2" face="Arial"><strong><font size="3">Trag&eacute;dia do Rio: Secovi-SP orienta s&iacute;ndicos sobre obras em condom&iacute;nios <br /><br /></font></strong>A recente trag&eacute;dia que ocorreu na cidade do Rio de Janeiro e entristeceu todo o Pa&iacute;s&ndash; o desmoronamento de edif&iacute;cios no centro da capital fluminense -, colocou&nbsp; todos em estado de aten&ccedil;&atilde;o quanto &agrave; seguran&ccedil;a dos condom&iacute;nios.<br /><br />No sentido de orientar s&iacute;ndicos e profissionais do setor imobili&aacute;rio, e em face de not&iacute;cias (hip&oacute;teses) de que o acidente foi motivado por obras estruturais realizadas sem atender as medidas t&eacute;cnicas e legais exigidas, a vice-presid&ecirc;ncia de Administra&ccedil;&atilde;o Imobili&aacute;ria e Condom&iacute;nios do Sindicato da Habita&ccedil;&atilde;o (Secovi-SP) alerta para provid&ecirc;ncias indispens&aacute;veis no sentido de evitar que tais fatos se repitam:<br /><br />1. Os propriet&aacute;rios de unidades residenciais ou comerciais devem informar com anteced&ecirc;ncia a realiza&ccedil;&atilde;o de obras significativas &ndash; remo&ccedil;&atilde;o de paredes, aberturas e outras que possam impactar o edif&iacute;cio;<br /><br />2. Os respectivos propriet&aacute;rios se obrigam a fornecer previamente ao s&iacute;ndico declara&ccedil;&atilde;o assinada pelo engenheiro e/ou respons&aacute;vel t&eacute;cnico, na qual conste que a referida obra n&atilde;o altera e/ou afeta a estrutura e as instala&ccedil;&otilde;es (hidr&aacute;ulicas e el&eacute;tricas) da edifica&ccedil;&atilde;o, acompanhada da Anota&ccedil;&atilde;o de Responsabilidade T&eacute;cnica (ART), devidamente recolhida;<br /><br />3. O documento tamb&eacute;m deve atestar que as obras est&atilde;o de acordo com as legisla&ccedil;&otilde;es municipais, o que confere respaldo ao s&iacute;ndico e garante a seguran&ccedil;a da edifica&ccedil;&atilde;o;<br /><br />4. Caso se detecte no condom&iacute;nio a realiza&ccedil;&atilde;o de obras sem que as medidas acima tenham sido obedecidas, cabe ao s&iacute;ndico denunciar o fato &agrave; Prefeitura ou &agrave; Subprefeitura local, a fim de que sejam identificadas quaisquer interven&ccedil;&otilde;es que possam ser consideradas il&iacute;citas ou irregulares, colocando em risco a integridade e a seguran&ccedil;a do condom&iacute;nio.<br /><br />&ldquo;Existe legisla&ccedil;&atilde;o adequada e suficiente para que os cond&ocirc;minos modifiquem a planta interna das unidades. Falamos, aqui, de altera&ccedil;&otilde;es significativas, que n&atilde;o se confundem com a&ccedil;&otilde;es de ordem &lsquo;cosm&eacute;tica&rsquo;, como pintura ou troca de piso. Em casos extremos, o condom&iacute;nio poder&aacute; propor a&ccedil;&atilde;o de denuncia&ccedil;&atilde;o de obra nova, a fim de suspender ou mesmo demolir obras irregulares, por meio de obten&ccedil;&atilde;o de liminares. O s&iacute;ndico &eacute; fundamental para garantir a seguran&ccedil;a de todos, devendo acompanhar a rotina do condom&iacute;nio, apoiado por informa&ccedil;&otilde;es de zeladores e funcion&aacute;rios&rdquo;, afirma Hubert Gebara, vice-presidente de Administra&ccedil;&atilde;o Imobili&aacute;ria e Condom&iacute;nios do Sindicato.<br /><br /><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o.</em></font>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Mon, 06 Feb 2012 10:37:02 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Cheaper LED Lights, Green Success, Greenwashing Domino, + Easy Being Green]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3248-Cheaper-LED-Lights-Green-Success-Greenwashing-Domino---Easy-Being-Green.html]]></link>
<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3248-Cheaper-LED-Lights-Green-Success-Greenwashing-Domino---Easy-Being-Green.html]]></guid>
<description><![CDATA[It&#8217;s too easy being green. Understanding energy-efficient lighting. Backcountry retreat has eco-friendly design. New custom homes trend toward energy efficiency. Florida company finds success with green building. Philips to cut LED prices soon. Greenwashing dominos. Subscribe to our weekly newsletter for updates, article summaries, newsworthy links, and other site news. Also, check out the latest [...]]]></description>
<pubDate><![CDATA[Mon, 06 Feb 2012 06:07:30 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Ideabox Now Offers a Tiny House Minibox]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3247-Ideabox-Now-Offers-a-Tiny-House-Minibox.html]]></link>
<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3247-Ideabox-Now-Offers-a-Tiny-House-Minibox.html]]></guid>
<description><![CDATA[Oregon-based Ideabox has been on the prefab scene doing their thing in the Pacific Northwest for a long time now.  I&#8217;ve mentioned several of their homes and look forward to sharing a few newsworthy articles here in the next couple months.  As a preview, I thought I&#8217;d share a new design of the company &#8212; [...]]]></description>
<pubDate><![CDATA[Fri, 03 Feb 2012 11:33:16 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Cidades próximas da capital de São Paulo se tornam alternativas para morar e investir]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3246-Cidades-proximas-da-capital-de-Sao-Paulo-se-tornam-alternativas-para-morar-e-investir.html]]></link>
<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3246-Cidades-proximas-da-capital-de-Sao-Paulo-se-tornam-alternativas-para-morar-e-investir.html]]></guid>
<description><![CDATA[<p><font size="2" face="Arial"><strong><font size="3">Cidades pr&oacute;ximas da capital de S&atilde;o Paulo se tornam alternativas para morar e investir<br /><br /></font></strong>A falta de terrenos na cidade de S&atilde;o Paulo tem feito com que os poucos lotes que ainda est&atilde;o dispon&iacute;veis sejam disputados pelas construtoras e incorporadoras, que, ao pagarem mais caro, tamb&eacute;m cobram valores mais altos pelos im&oacute;veis que constroem.<br /><br />&ldquo;Existe uma grande escassez de terrenos, principalmente nas regi&otilde;es mais valorizadas da cidade, como Ibirapuera, Itaim Bibi e Vila Nova Concei&ccedil;&atilde;o. Isso acaba refletindo no valor do metro quadrado do apartamento&rdquo;, afirma o diretor de Incorpora&ccedil;&otilde;es da Sispar Empreendimentos Imobili&aacute;rios, Paulo Roberto Funari.<br /><br />De acordo com o executivo, na maioria desses locais, &eacute; preciso desocupar cerca de 5 a 6 resid&ecirc;ncias para conseguir um terreno de propor&ccedil;&otilde;es suficientes para construir um empreendimento. &ldquo;Ficou cada vez mais caro e dif&iacute;cil conseguir essas &aacute;reas&rdquo;, afirma.<br />Para se ter uma ideia, um levantamento da Geoimovel mostrou que, em Moema, o metro quadrado custou, em m&eacute;dia, R$ 14.886 no ano passado. No Itaim Bibi, o pre&ccedil;o por metro quadrado foi de R$ 10.737 e no Alto de Pinheiros, de R$ 10.153.<br /><br />Com os valores nas alturas, o executivo aponta que comprar im&oacute;veis em cidades localizadas pr&oacute;ximas da capital e que contam com boas perspectivas de crescimento pode ser uma alternativa interessante.<br /><br /><strong>Raposo Tavares e Castelo Branco<br /><br /></strong>Para Funari, as cidades da Grande SP que possuem mais potencial de crescimento est&atilde;o localizadas ao longo das rodovias Castelo Branco e Raposo Tavares, ambas na regi&atilde;o oeste de S&atilde;o Paulo. &ldquo;Cotia (que abriga a regi&atilde;o da Granja Viana) e Barueri s&atilde;o cidades que t&ecirc;m crescido muito, e isso gera consumo e qualidade de vida. S&atilde;o locais com boa infraestrutura, com rede hospitalar e escolas de boa qualidade, al&eacute;m de terem muitos im&oacute;veis comerciais&rdquo;, diz o executivo.<br /><br />Segundo ele, essas cidades se tornaram boas alternativas tanto para morar quanto para investir. &ldquo;N&atilde;o tenho d&uacute;vidas de que investir nessas regi&otilde;es &eacute; uma boa op&ccedil;&atilde;o. Como a tend&ecirc;ncia &eacute; que essas cidades cres&ccedil;am cada vez mais, quem comprar antes vai conseguir um pre&ccedil;o mais barato&rdquo;, acredita o executivo.<br /><br />O diretor da Sispar aponta que um lan&ccedil;amento em Barueri chega a custar&nbsp; metade do que se cobra por um apartamento localizado, por exemplo, no bairro da Vila Leopoldina, na regi&atilde;o oeste da capital paulista. &ldquo;&Eacute; muito mais barato e o potencial de crescimento &eacute; bastante grande&rdquo;, afirma.<br /><br /><strong>Investimento<br /><br /></strong>O vice-presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finan&ccedil;as (Ibef) e autor do Livro &ldquo;Im&oacute;veis, Seu Guia Para Fazer da Compra e Venda um Grande Neg&oacute;cio&rdquo;, Luiz Calado, ressalta que, principalmente para aqueles que pretendem comprar um im&oacute;vel com objetivo de investimento, olhar para regi&otilde;es mais afastadas e com pre&ccedil;os ainda abaixo do valor m&eacute;dio cobrado pelo mercado, pode ser uma boa alternativa.<br /><br />&ldquo;A pessoa tem que olhar para onde a cidade est&aacute; avan&ccedil;ando e comprar baseada nisso&rdquo;, afirma Calado. &ldquo;Se eu sou um investidor, eu preciso ter uma vis&atilde;o mais abrangente e observar as regi&otilde;es que est&atilde;o crescendo e que me trazem boas perspectivas&rdquo;, conclui o especialista.<br /><br /><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o, original Info Money.<br /></em></font></p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Fri, 03 Feb 2012 11:31:13 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Escritórios de bairro são a melhor opção para quem busca serviços e qualidade de vida ]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3245-Escritorios-de-bairro-sao-a-melhor-opcao-para-quem-busca-servicos-e-qualidade-de-vida-.html]]></link>
<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3245-Escritorios-de-bairro-sao-a-melhor-opcao-para-quem-busca-servicos-e-qualidade-de-vida-.html]]></guid>
<description><![CDATA[<font size="2" face="Arial"><strong><font size="3">Escrit&oacute;rios de bairro s&atilde;o a melhor op&ccedil;&atilde;o para quem busca servi&ccedil;os e qualidade de vida <br /><br /></font></strong>Trabalhar longe dos grandes centros comerciais da cidade, mas ainda assim, estar perto de toda a infraestrutura necess&aacute;ria para gerir seu neg&oacute;cio seria um sonho. Para a construtora BNCORP isso j&aacute; se tornou uma realidade. Com tr&ecirc;s empreendimentos em S&atilde;o Paulo, a incorporadora j&aacute; atende a um p&uacute;blico que busca conforto sem deixar de lado os benef&iacute;cios de estar instalado em uma grande cidade. <br /><br />O bairro do Ipiranga acaba de receber o lan&ccedil;amento de uma de suas &uacute;ltimas op&ccedil;&otilde;es de escrit&oacute;rios comerciais. O Ipiranga Infinity Trade Center possui andares com salas de 32m&sup2; e laje de 423m&sup2; com 11 pavimentos mais o t&eacute;rreo. <br /><br />J&aacute; o Oscar Freire Design Offices, esta localizado na rua mais badalada de S&atilde;o Paulo. Com 51 unidades distribu&iacute;das em sete andares o edif&iacute;cio fica no tradicional bairro de Pinheiros e conta com um servi&ccedil;o de exclusividade e excel&ecirc;ncia, o concierge, in&eacute;dito em empreendimentos comerciais, que possibilitar&aacute; a solicita&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios servi&ccedil;os, desde os b&aacute;sicos at&eacute; os mais requintados. O paisagismo do empreendimento ser&aacute; assinado por Marcelo Faisal, projeto e decora&ccedil;&atilde;o de Fernanda Marques. <br /><br />O Vila Ol&iacute;mpia Prime Offices, que possui design arrojado e tecnologia de ponta, unindo funcionalidade e sofistica&ccedil;&atilde;o. &Eacute; inovador, pois oferece algo pouco valorizado que &eacute; o bem estar no ambiente corporativo, com uma &aacute;rea de conviv&ecirc;ncia, para os usu&aacute;rios do edif&iacute;cio, no 15&ordm; andar com poltronas e pufes integrados &agrave;s salas de reuni&atilde;o. <br /><br />Para Marcel Camargo, gerente comercial da BNCORP, investir em edif&iacute;cios corporativos em bairros pouco mais distantes dos grandes p&oacute;los comerciais da cidade &eacute; uma iniciativa muito importante para a incorporadora. &ldquo;Atualmente as pessoas buscam otimizar seu tempo, &eacute; atrav&eacute;s desses projetos que poderemos atender a esse p&uacute;blico e proporcionar conforto em sua rotina di&aacute;ria&rdquo;. <br /><br />At&eacute; o final de 2011 a BNCORP pretende lan&ccedil;ar mais uma op&ccedil;&atilde;o de escrit&oacute;rio de bairro. <br /><br />Localizado em um dos principais bairros de S&atilde;o Paulo, o Brooklin Prime Office ser&aacute; uma op&ccedil;&atilde;o moderna para quem pretende instalar seu escrit&oacute;rio em uma &aacute;rea tranq&uuml;ila e com diversas op&ccedil;&otilde;es de servi&ccedil;os.<br /><br /><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o.</em></font>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Fri, 03 Feb 2012 10:28:07 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Exposição DUO une obras de Annie Rottenstein e José Alberto Nemer ]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3244-Exposicao-DUO-une-obras-de-Annie-Rottenstein-e-Jose-Alberto-Nemer-.html]]></link>
<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3244-Exposicao-DUO-une-obras-de-Annie-Rottenstein-e-Jose-Alberto-Nemer-.html]]></guid>
<description><![CDATA[<font size="2" face="Arial"><strong><font size="3">Exposi&ccedil;&atilde;o DUO une obras de Annie Rottenstein e Jos&eacute; Alberto Nemer <br /><br /></font></strong>Refer&ecirc;ncias &agrave; natureza ser&atilde;o o destaque na Grande Galeria do Pal&aacute;cio das Artes em 2012, em Belo Horizonte. Com obras dedicadas a esse tema, a mostra DUO pretende estabelecer um di&aacute;logo entre as produ&ccedil;&otilde;es recentes dos artistas Annie Rottenstein e Jos&eacute; Alberto Nemer. A exposi&ccedil;&atilde;o ser&aacute; composta por 15 obras de cada um dos artistas e ficar&aacute; em cartaz de 5 de fevereiro a 15 de abril de 2012. O evento tem a correaliza&ccedil;&atilde;o da Funda&ccedil;&atilde;o Cl&oacute;vis Salgado. <br /><br />Com a predomin&acirc;ncia da tridimensionalidade, Annie Rottenstein apresenta esculturas tecidas a partir de materiais da natureza, como bambu, junco, fibras e pigmentos de terra. S&atilde;o obras que, de in&iacute;cio, colocam em relevo as potencialidades expressivas dos componentes, as formas, a flexibilidade, o ritmo dos n&oacute;s. Dessa forma, conjugam os paradoxos c&iacute;clicos de ordena&ccedil;&atilde;o/dissolu&ccedil;&atilde;o e caos/reconstru&ccedil;&atilde;o, sem perder a continuidade. <br /><br />A produtora da exposi&ccedil;&atilde;o Juliana Penna, da Penna Contempor&acirc;nea, acredita que existe uma parceria estreita entre Annie e a natureza. &ldquo;Ela consegue um movimento extraordin&aacute;rio com os elementos que utiliza nas obras. S&atilde;o fios que t&ecirc;m em si os pr&oacute;prios n&oacute;s. Do sopro sobre a &aacute;gua surge um grafismo quase musical, em pautas fluidas, naturais, que mais se parecem com rastros de pequenos animais&rdquo;, descreve. <br /><br />Jos&eacute; Alberto Nemer mostra pinturas em aquarela sobre papel, produ&ccedil;&atilde;o recente e em grandes formatos (130cm x 200 cm). Nas obras de Nemer, a &aacute;gua e os pigmentos se aventuram sobre a superf&iacute;cie. Em sua cria&ccedil;&atilde;o, h&aacute; sempre o embate entre o gestual e a geometria, entre o espont&acirc;neo e o racional, entre o aleat&oacute;rio e a constru&ccedil;&atilde;o. A aquarela &eacute; a linguagem predominante do artista. Com ela, Nemer conserva a ess&ecirc;ncia e delicadeza das sensa&ccedil;&otilde;es que pretende transmitir. Em um ensaio sobre a obra do artista, intitulado Raz&atilde;o e Sensibilidade (2005), Ol&iacute;vio Tavares de Ara&uacute;jo diz: &ldquo;Ao que eu saiba, ningu&eacute;m nunca, em qualquer tempo, fez aquarelas das dimens&otilde;es dessas, de Nemer. Mas, a despeito do tamanho, elas permanecem, definitivamente, aquarelas. Conservam sua natureza de m&uacute;sica de c&acirc;mara, e n&atilde;o sinf&ocirc;nica, delicada, econ&ocirc;mica, sempre transparentemente instrumentadas&rdquo;.&nbsp;&nbsp; <br /><br /><strong>Os artistas <br /><br /></strong>Annie Rottenstein nasceu em Paris, Fran&ccedil;a, e vive no Brasil desde 1975. Desde sua chegada, o impacto diante da natureza brasileira despertou-lhe um sentimento criativo at&eacute; ent&atilde;o irrevelado. Come&ccedil;ou a se identificar com materiais da terra, usando o rami, o algod&atilde;o e as tinturas vegetais em seus trabalhos iniciais. Em 1977, a convite de Pietro Maria Bardi, teve sua primeira participa&ccedil;&atilde;o numa exposi&ccedil;&atilde;o no MASP. A partir disso, participou da II Trienal da Tape&ccedil;aria no Museu de Arte Moderna/MAM de S&atilde;o Paulo (1979) e de v&aacute;rias outras exposi&ccedil;&otilde;es no Brasil e no exterior. Exp&ocirc;s individualmente na Funda&ccedil;&atilde;o Cultural de Bras&iacute;lia e no Museu de Arte da Pampulha (1982/1983), em Belo Horizonte, e na Galeria Penna Contempor&acirc;nea (2006), em Belo Horizonte. <br /><br />Jos&eacute; Alberto Nemer &eacute; artista pl&aacute;stico e doutor em Artes Pl&aacute;sticas pela Universit&eacute; de Paris VIII. Lecionou em universidades brasileiras e estrangeiras, como a UFMG (1974 a 1998) e a Universit&eacute; de Paris III-Sorbonne (1974 a 1979).. Pertence &agrave; gera&ccedil;&atilde;o dos chamados desenhistas mineiros, que se afirmou no cen&aacute;rio da arte brasileira a partir da d&eacute;cada de 1970. A obra dele obteve, entre outros, o Pr&ecirc;mio Museu de Arte Contempor&acirc;nea da USP (1969) e o Pr&ecirc;mio Museu de Arte Moderna de S&atilde;o Paulo no Panorama da Arte Brasileira (1980). Ele foi inclu&iacute;do pela cr&iacute;tica e por j&uacute;ri popular entre os dez melhores artistas de Minas Gerais na d&eacute;cada de 1980. <br />Entre as exposi&ccedil;&otilde;es recentes, destacam-se a do Centro Cultural Banco do Brasil/CCBB Rio (2000), a dos espa&ccedil;os culturais do Instituto Moreira Salles, em circuito itinerante pelo pa&iacute;s (2003 a 2005), e a da Galeria Anna Maria Niemeyer, no Rio (2009). <br /><br /><strong>Destaque para os mineiros <br /><br /></strong>A Funda&ccedil;&atilde;o Cl&oacute;vis Salgado, reafirmando seu compromisso de atuar junto &agrave; comunidade e ao artista mineiro, tem a pr&aacute;tica de receber em seus espa&ccedil;os trabalhos de talentos locais. Desde mar&ccedil;o de 2011 foram realizadas, incluindo a Duo, sete exposi&ccedil;&otilde;es de artistas mineiros nos espa&ccedil;os da FCS &ndash; Pal&aacute;cio das Artes e Centro de Arte Contempor&acirc;nea e Fotografia.&nbsp; <br /><br /><strong>Servi&ccedil;o <br /><br /></strong>Exposi&ccedil;&atilde;o DUO &ndash; Jos&eacute; Alberto Nemer e Annie Rottenstein <br />Per&iacute;odo: de 5 de fevereiro a 15 de abril de 2012 <br />Local: Grande Galeria do Pal&aacute;cio das Artes / Galeria Alberto da Veiga Guignard &ndash; Av. Afonso Pena, 1.537, Centro BH - MG <br />Hor&aacute;rio para visita&ccedil;&atilde;o: ter&ccedil;a a s&aacute;bado das 9h30 &agrave;s 21h; domingo das 16h &agrave;s 21h <br />Entrada: gratuita <br />Classifica&ccedil;&atilde;o et&aacute;ria: livre <br />Informa&ccedil;&otilde;es: (31) 3236.7400 <br />Realiza&ccedil;&atilde;o: Penna Contempor&acirc;nea <br /><br /><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o.</em></font>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Fri, 03 Feb 2012 10:28:06 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Xero Flor Green Roofs Get Cradle to Cradle]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3243-Xero-Flor-Green-Roofs-Get-Cradle-to-Cradle.html]]></link>
<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3243-Xero-Flor-Green-Roofs-Get-Cradle-to-Cradle.html]]></guid>
<description><![CDATA[Xero Flor is a lightweight green roof and system originally developed in Germany. A version was first supplied to Ford&#8217;s Dearborn Truck Plant by Xero Flor America LLC, the exclusive manufacturer and distributor here in the states, and now the company&#8217;s announcing Cradle to Cradle Silver for the technology. The company&#8217;s pre-vegetated green roof mats [...]]]></description>
<pubDate><![CDATA[Fri, 03 Feb 2012 05:51:35 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Empresas apostam no mercado imobiliário de Rio Preto]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3242-Empresas-apostam-no-mercado-imobiliario-de-Rio-Preto.html]]></link>
<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3242-Empresas-apostam-no-mercado-imobiliario-de-Rio-Preto.html]]></guid>
<description><![CDATA[<font size="2" face="Arial"><strong><font size="3">Empresas apostam no mercado imobili&aacute;rio de Rio Preto<br /><br /></font></strong>Empresas do setor de constru&ccedil;&atilde;o civil est&atilde;o apostam no crescimento do mercado imobili&aacute;rio de Rio Preto. Um exemplo &eacute; a Damha Urbanizadora, que aposta no bom desempenho do mercado imobili&aacute;rio e estima lan&ccedil;ar doze novos empreendimentos em 2012, com proje&ccedil;&atilde;o de crescimento de 80% em seu faturamento. Entre as cidades que receber&atilde;o os empreendimentos da companhia ainda no primeiro semestre deste ano est&aacute; Rio Preto.<br /><br />A empresa faturou R$ 220 milh&otilde;es &ndash; e atingiu Valor Geral de Venda (VGV) de R$ 350 milh&otilde;es &ndash; em 2011 com o lan&ccedil;amento de cinco empreendimentos &ndash; S&atilde;o Carlos (2), Limeira, Araraquara e Campo Grande.&nbsp; Com foco em residenciais de alto padr&atilde;o, a Damha Urbanizadora &eacute; uma empresa 100% nacional, que j&aacute; contabiliza 39 empreendimentos no Pa&iacute;s, grande parte no interior do Estado de S&atilde;o Paulo.<br /><br />Segundo o diretor superintendente da Damha, Jos&eacute; Paranhos, o sucesso da empresa vem se consolidando a cada ano pela qualidade urban&iacute;stica e construtiva de seus empreendimentos e pela amplia&ccedil;&atilde;o de sua participa&ccedil;&atilde;o no segmento imobili&aacute;rio. O faturamento da Damha j&aacute; saltara de R$ 135,5 milh&otilde;es, em 2009, para R$ 184,5 milh&otilde;es, em 2010. Al&eacute;m da comercializa&ccedil;&atilde;o de lotes em loteamentos fechados e condom&iacute;nios horizontais, a construtora tamb&eacute;m expandiu suas atividades para a &aacute;rea de incorpora&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria, focando em desenvolvimento de condom&iacute;nios verticais e de casas prontas.<br /><br /><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o, original Rede Bom Dia.</em></font>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Thu, 02 Feb 2012 12:09:44 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Pavimento permeável ajuda no combate a enchentes]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3241-Pavimento-permeavel-ajuda-no-combate-a-enchentes.html]]></link>
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<description><![CDATA[<font size="2" face="Arial"><strong><font size="3">Pavimento perme&aacute;vel ajuda no combate a enchentes<br /><br /></font></strong>O pavimento perme&aacute;vel pode auxiliar no combate a enchentes nos centros urbanos, fen&ocirc;meno que tem provocado constantes trag&eacute;dias no ver&atilde;o. Recomendado para uso em passeios p&uacute;blicos, vias para tr&aacute;fego de ve&iacute;culos leves, p&aacute;tios residenciais, comerciais e industriais e em estacionamentos, o pavimento perme&aacute;vel &agrave; base de cimento favorece a infiltra&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua no solo e reduz o escoamento e acumulo superficial da &aacute;gua em at&eacute; 100%.<br /><br />A Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Cimento Portland (ABCP), comprometida com a melhoria dos sistemas construtivos e da qualidade de vida da popula&ccedil;&atilde;o, desenvolveu a tecnologia e coloca &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o da sociedade seu corpo t&eacute;cnico para ajudar a solucionar o problema de impermeabilidade das cidades. <br /><br />Segundo Mariana Marchioni, coordenadora do projeto de estudo do pavimento perme&aacute;vel da ABCP, esse sistema construtivo tem alta capacidade de drenagem, o que evita alagamentos. &quot;A redu&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas verdes, em raz&atilde;o do aumento das constru&ccedil;&otilde;es e do maior n&uacute;mero de ruas pavimentadas, dificulta a drenagem da &aacute;gua atrav&eacute;s do solo e o retorno ao len&ccedil;ol fre&aacute;tico. Isso provoca altera&ccedil;&otilde;es nos leitos dos rios e dos canais, aumentando o volume das &aacute;guas e a freq&uuml;&ecirc;ncia das enchentes&rdquo;, esclarece a engenheira. <br /><br />O sistema &eacute; composto basicamente por uma camada de base de pedra britada, ou seja, os agregados deixam espa&ccedil;os vazios por onde a &aacute;gua infiltrada &eacute; armazenada. Essa estrutura atua tamb&eacute;m como filtro, retendo res&iacute;duos s&oacute;lidos, o que ajuda a reduzir a contamina&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua. &quot;No pavimento perme&aacute;vel, toda a estrutura &eacute; executada para permitir a passagem de &aacute;gua. Os agregados finos s&atilde;o eliminados e o revestimento do pavimento deve permitir a passagem r&aacute;pida da &aacute;gua&quot;, destaca Marchioni. No revestimento (camada superficial do pavimento), podem ser utilizadas pe&ccedil;as de concreto pr&eacute;-moldadas ou concreto poroso moldado in loco.&nbsp; <br /><br />Entre outras vantagens, a pavimenta&ccedil;&atilde;o perme&aacute;vel elimina as enxurradas. A utiliza&ccedil;&atilde;o do pavimento tamb&eacute;m pode reduzir a contamina&ccedil;&atilde;o do subleito por lixo e outros res&iacute;duos s&oacute;lidos carregados pela chuva, melhorando a qualidade da &aacute;gua no subleito. Outros benef&iacute;cios s&atilde;o a diminui&ccedil;&atilde;o da eros&atilde;o e dos gastos com recursos de drenagem, como os conhecidos piscin&otilde;es.&nbsp; <br /><br />O sistema, j&aacute; difundido como ferramenta de preven&ccedil;&atilde;o a enchentes e alagamentos em pa&iacute;ses como Alemanha, Inglaterra e Estados Unidos, no Brasil vem sendo propagado com o apoio t&eacute;cnico da ABCP. A Associa&ccedil;&atilde;o promove interc&acirc;mbios para troca de experi&ecirc;ncias sobre o uso do sistema de pavimenta&ccedil;&atilde;o com o Interlocking Concrete Pavement Institute (ICPI), nos Estados Unidos, e tamb&eacute;m integra o Small Element Pavement Technologists (SEPT), um grupo que re&uacute;ne os maiores especialistas em pavimento utilizando pe&ccedil;as de concreto. <br /><br />Como entidade de desenvolvimento tecnol&oacute;gico preocupada com o desenvolvimento do pa&iacute;s, a ABCP defende que as cidades possuam um plano diretor de drenagem. Com o mesmo compromisso, orienta engenheiros e arquitetos quanto &agrave;s melhores pr&aacute;ticas e j&aacute; desenvolveu uma cartilha sobre a utiliza&ccedil;&atilde;o correta desse sistema de pavimenta&ccedil;&atilde;o (&ldquo;Melhores Pr&aacute;ticas &ndash; Pavimento Intertravado Perme&aacute;vel&rdquo;), dispon&iacute;vel para download no site </font><a href="http://www.solucoesparacidades.org.br"><font size="2" face="Arial">www.solucoesparacidades.org.br</font></a><font size="2" face="Arial">.<br /><br /><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o.</em></font>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Thu, 02 Feb 2012 10:56:18 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Sherwin-Williams lança em primeira mão QR Code explicativo de produto]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3240-Sherwin-Williams-lanca-em-primeira-mao-QR-Code-explicativo-de-produto.html]]></link>
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<description><![CDATA[<font size="2" face="Arial"><strong><font size="3">Sherwin-Williams lan&ccedil;a em primeira m&atilde;o QR Code explicativo de produto<br /><br /></font></strong>A Sherwin-Williams, refer&ecirc;ncia no mercado mundial de tintas, confirma mais uma vez seu compromisso e respeito com a inova&ccedil;&atilde;o, sempre atrelada &agrave; alta tecnologia, e disponibiliza pela primeira vez no segmento o QR Code para sua linha produtos.<br /><br />O QR (sigla do ingl&ecirc;s Quick Response) Code &eacute; um c&oacute;digo de barras em 2D que pode ser lido pela maioria dos aparelhos celulares que t&ecirc;m c&acirc;mera fotogr&aacute;fica. Esse c&oacute;digo, ap&oacute;s a decodifica&ccedil;&atilde;o, passa a ser um trecho de texto ou um link que ir&aacute; redirecionar o acesso ao conte&uacute;do publicado em algum site.<br /><br />Os primeiros produtos a terem o c&oacute;digo como ferramenta s&atilde;o da amplamente conhecida linha Premium Metalatex, como o Supera, produto com nova embalagem e conceito, e tamb&eacute;m a mais recente e inovadora tinta acr&iacute;lica Clima&Tempo.<br /><br />Nesta fase inicial, o c&oacute;digo ser&aacute; utilizado em todo o material promocional de ponto de venda, como banners e folhetos. Os clientes ter&atilde;o a m&atilde;o informa&ccedil;&otilde;es importantes e diferenciadas como rendimento, cores dispon&iacute;veis, dicas e muito mais.<br /><br />O QR Code &eacute; uma tecnologia que poucas pessoas no Brasil conhecem. Trata-se de um aplicativo gratuito para qualquer celular que permite ao usu&aacute;rio apontar a c&acirc;mera para uma figura, que &eacute; na verdade um c&oacute;digo de barras, e o programa transforma a imagem em uma informa&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica. <br /><br />&ldquo;A busca por satisfazer e superar as necessidades dos nossos clientes &eacute; o norte dos nossos desafios. Focamos sempre os nossos esfor&ccedil;os em pesquisas e desenvolvimento de produtos inovadores, essa &eacute; nossa marca registrada&rdquo;, pondera David Ivy Jr. diretor de marketing da Sherwin-Williams. <br /><br /><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o.</em></font>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Thu, 02 Feb 2012 10:56:18 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Rubble Floor: Materials You Can Reuse]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3239-Rubble-Floor-Materials-You-Can-Reuse.html]]></link>
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<description><![CDATA[I&#8217;m fascinated by the work of Netherlands-based Dave Hakkens in a recent project called &#8220;Rubble Floor.&#8221;  Interested in reusing old building materials as new building materials &#8212; and inspired by terrazzo floors &#8212; Hakkens conducted several tests on materials such as roof tiles, bricks, nails and screws, and glass.  He used concrete as the binder [...]]]></description>
<pubDate><![CDATA[Thu, 02 Feb 2012 05:18:11 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Traditional Style NZE Homes in Maryland]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3238-Traditional-Style-NZE-Homes-in-Maryland.html]]></link>
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<description><![CDATA[Traditional home styles plus a net-zero building standard is a winning combination in the Homes at North Pointe development in Frederick, Maryland. North Pointe was a dormant development whose design pattern was set when developer NEXUS EnergyHomes, Inc., adopted the project. Nexus took the existing set of plans for the project adjacent to Frederick?s historic [...]]]></description>
<pubDate><![CDATA[Wed, 01 Feb 2012 09:39:53 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[January Month in Review [Outline]]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3237-January-Month-in-Review-Outline.html]]></link>
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<description><![CDATA[Here&#8217;s an outline of our coverage from January. In terms of our new articles, the most shared one on Facebook was about liquid-cooling LEDs by Switch Lighting, while the most shared one on Twitter was a green product interview with architect Michelle Kaufmann. As always, we&#8217;re interested in learning about inventive green homes and new [...]]]></description>
<pubDate><![CDATA[Wed, 01 Feb 2012 04:11:02 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Crescimento mais normal do crédito habitacional]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3236-Crescimento-mais-normal-do-credito-habitacional.html]]></link>
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<description><![CDATA[<p><font size="2" face="Arial"><strong><font size="3">Crescimento mais normal do cr&eacute;dito habitacional<br /><br /></font></strong>As opera&ccedil;&otilde;es de financiamento &agrave; casa pr&oacute;pria com recursos das cadernetas de poupan&ccedil;a aumentaram 42% no ano passado, mas neste ano esse ritmo tende a declinar para cerca de 30%, segundo especialistas do setor.<br /><br />Confirmadas essas proje&ccedil;&otilde;es, o cr&eacute;dito imobili&aacute;rio pode sair do ritmo explosivo que mant&eacute;m desde a segunda metade da d&eacute;cada passada, entrando em compasso mais adequado ao equil&iacute;brio do mercado de moradias.<br /><br />Entre 2004 e 2010, o crescimento desses empr&eacute;stimos oscilou entre 62% e 96% ao ano - salvo em 2009, quando caiu para 13%, em raz&atilde;o das incertezas com a crise e do decl&iacute;nio de 0,3% do Produto Interno Bruto (PIB). A alta de 65% em 2010 deveu-se mais &agrave; recupera&ccedil;&atilde;o da queda de 2009. E a de 2011, aos efeitos secund&aacute;rios da liberalidade fiscal e monet&aacute;ria do &uacute;ltimo ano do governo Lula.<br /><br />A oferta maci&ccedil;a de cr&eacute;dito foi um dos fatores que propiciaram a alta dos pre&ccedil;os dos im&oacute;veis, o que se constata comparando montantes financiados e n&uacute;mero de unidades. Houve aumento de 42%, entre 2010 e 2011, do volume de cr&eacute;dito (de R$ 56,2 bilh&otilde;es para R$ 79,9 bilh&otilde;es), duas vezes e meia superior ao da quantidade de moradias financiadas, que cresceu 17%, de 421 mil para 493 mil. O valor m&eacute;dio dos financiamentos passou de R$ 133 mil para R$ 162 mil.<br /><br />Os dados de 2011 foram influenciados pelo comportamento de dezembro, com crescimento dos valores de 23% e do n&uacute;mero de unidades, de 27%, em rela&ccedil;&atilde;o a novembro.<br /><br />Os indicadores da qualidade do cr&eacute;dito continuam confort&aacute;veis, como na inadimpl&ecirc;ncia, que caiu de 2,1%, em 2010, para 2%, em 2011. Mas houve aumento de 1,2%, em 2010, para 1,4%, em 2011, da inadimpl&ecirc;ncia dos contratos garantidos por aliena&ccedil;&atilde;o fiduci&aacute;ria, justamente os que s&atilde;o tidos como mais seguros.<br /><br />O tomador final de cr&eacute;dito imobili&aacute;rio, no Brasil, ainda tem um perfil bastante conservador, financiando, em m&eacute;dia, n&atilde;o mais do que 2/3 do valor do im&oacute;vel. Como os bancos tamb&eacute;m t&ecirc;m seus limites m&aacute;ximos de financiamento - em geral ao redor dos 80% do valor da propriedade -, os riscos das opera&ccedil;&otilde;es ainda s&atilde;o reduzidos. Isso &eacute; particularmente importante no caso dos financiamentos &agrave; moradia, concedidos por prazos muito longos, de at&eacute; 30 anos.<br /><br />A queda da capta&ccedil;&atilde;o de recursos via cadernetas de poupan&ccedil;a, cujo saldo l&iacute;quido reduziu-se de R$ 29,5 bilh&otilde;es, em 2010, para apenas R$ 9,3 bilh&otilde;es, no ano passado, foi provavelmente transit&oacute;ria, pois com a diminui&ccedil;&atilde;o da taxa Selic os dep&oacute;sitos de poupan&ccedil;a tendem a recuperar competitividade.<br /><br /><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o, original O Estado de S. Paulo.</em></font></p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Wed, 01 Feb 2012 04:09:37 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Fonte para financiar imóvel &#039;dura&#039; até 2014]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3235-Fonte-para-financiar-imovel-39dura39-ate-4.html]]></link>
<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3235-Fonte-para-financiar-imovel-39dura39-ate-4.html]]></guid>
<description><![CDATA[<p><font size="3" face="Arial"><strong>Fonte para financiar im&oacute;vel &#039;dura&#039; at&eacute; 2014<br /><br /></strong></font><font size="2" face="Arial">Com o crescimento dos dep&oacute;sitos na poupan&ccedil;a em ritmo bem menor ao da concess&atilde;o de empr&eacute;stimos imobili&aacute;rios - 65% dos recursos da caderneta s&atilde;o usados para financiar a casa pr&oacute;pria -, os bancos buscam alternativas para captar mais dinheiro e sustentar esse mercado.<br />At&eacute; o ano passado, a previs&atilde;o era que, em algum momento de 2013, os recursos da poupan&ccedil;a n&atilde;o seriam mais suficientes para suprir o volume de cr&eacute;dito imobili&aacute;rio.<br /><br />Mas, com a desacelera&ccedil;&atilde;o que se prev&ecirc; para o ritmo de concess&atilde;o de novos empr&eacute;stimos desse tipo em 2012, a expectativa agora &eacute; que a poupan&ccedil;a &quot;dure&quot; at&eacute; 2014.<br /><br />&quot;Essa desacelera&ccedil;&atilde;o vai ajudar a ganhar mais um tempo. Pelo menos at&eacute; o fim de 2013, os recursos da poupan&ccedil;a ainda ser&atilde;o suficientes&quot;, afirma Oct&aacute;vio de Lazari Junior, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Entidades de Cr&eacute;dito Imobili&aacute;rio e Poupan&ccedil;a (Abecip).<br /><br />Lazari Junior, por&eacute;m, faz a ressalva. &quot;&Eacute; quest&atilde;o matem&aacute;tica: os dep&oacute;sitos em poupan&ccedil;a crescem 10% ao ano, e os desembolsos, 30%. Vamos ter de encontrar alternativas.&quot;<br /><br />Para manter o ritmo de concess&otilde;es, os bancos negociam com o governo a cria&ccedil;&atilde;o de novos papeis de investimento, como a Letra Financeira Imobili&aacute;ria (LFI), vers&atilde;o para o setor das letras financeiras dos bancos.<br /><br />As institui&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m devem acelerar a securitiza&ccedil;&atilde;o, opera&ccedil;&atilde;o financeira que consiste em transformar a d&iacute;vida em pap&eacute;is para investimento de fundos.<br /><br /><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o, original Folha de S. Paulo.</em></font></p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Wed, 01 Feb 2012 02:33:14 GMT]]></pubDate>
</item>
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<title><![CDATA[Professor da FEA/USP fala sobre tendências do mercado imobiliário brasileiro  ]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3234-Professor-da-FEA%2FUSP-fala-sobre-tend%EAncias-do-mercado-imobiliario-brasileiro--.html]]></link>
<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3234-Professor-da-FEA%2FUSP-fala-sobre-tend%EAncias-do-mercado-imobiliario-brasileiro--.html]]></guid>
<description><![CDATA[<p><font size="2" face="Arial"><strong><font size="3">Professor da FEA/USP fala sobre tend&ecirc;ncias do mercado imobili&aacute;rio brasileiro&nbsp; <br /><br /></font></strong>Na pr&oacute;xima quarta-feira, 8 de fevereiro, o professor titular da Faculdade de Economia, Administra&ccedil;&atilde;o e Contabilidade da Universidade de S&atilde;o Paulo (FEA/USP), Dr. Jos&eacute; Roberto Securato, ser&aacute; o palestrante do evento Perspectivas e Tend&ecirc;ncias do Mercado Imobili&aacute;rio Brasileiro, que marca o lan&ccedil;amento da segunda turma do MBA Financiamentos, Neg&oacute;cios e Empreendimentos Imobili&aacute;rios, da Universidade do Sindicato da Habita&ccedil;&atilde;o (Secovi). A apresenta&ccedil;&atilde;o ter&aacute; in&iacute;cio &agrave;s 19 horas, na sede do Sindicato da Habita&ccedil;&atilde;o (Rua Dr. Bacelar, 1043 &ndash; Vila Mariana &ndash; S&atilde;o Paulo).<br /><br />O quadro de palestrantes contar&aacute; ainda com os presidentes eleitos do Secovi-SP, Cl&aacute;udio Bernardes, e da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Entidades de Cr&eacute;dito Imobili&aacute;rio e Poupan&ccedil;a (Abecip),&nbsp; Octavio de Lazari, que contemplar&atilde;o as vis&otilde;es de empres&aacute;rios do mercado imobili&aacute;rio de forma bastante pr&aacute;tica. O evento ser&aacute; mediado pelo economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci.&nbsp; <br /><br />Na ocasi&atilde;o, haver&aacute; plant&atilde;o do departamento comercial para os participantes que estiverem em busca de mais informa&ccedil;&otilde;es ou tenham interesse em efetuar a matr&iacute;cula no MBAFinanciamentos, Neg&oacute;cios e Empreendimentos Imobili&aacute;rios. <br /><br /><strong>Sobre o curso<br /><br /></strong>O MBAFinanciamentos, Neg&oacute;cios e Empreendimentos Imobili&aacute;rios, desenvolvido pela Universidade Secovi em parceria com a Uni&atilde;o Business School (UBS) e a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Entidades de Cr&eacute;dito Imobili&aacute;rio e Poupan&ccedil;a (Abecip), &eacute; composto por 480 horas e visa formar profissionais que pensem modelos e pr&aacute;ticas para tornar as opera&ccedil;&otilde;es de financiamento imobili&aacute;rio mais eficazes, menos burocr&aacute;ticas e absolutamente seguras para compradores, produtores e financiadores. <br /><br />As aulas ter&atilde;o in&iacute;cio em mar&ccedil;o e acontecem as segundas e ter&ccedil;as-feiras, das 18h40 &agrave;s 22h40, na sede da UBS (Alameda Santos, 1893 &ndash; 11&ordm; andar).<br /><br />As inscri&ccedil;&otilde;es j&aacute; podem ser feitas pelo telefone (11) 3016-5550. As vagas s&atilde;o limitadas.<br /><br /><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o.</em></font></p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Wed, 01 Feb 2012 02:33:03 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Urban Ecological Design [Giveaway]]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3233-Urban-Ecological-Design-Giveaway.html]]></link>
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<description><![CDATA[*Leave a comment below through the end of Thursday, February 2, 2012, to be considered for a random giveaway of one copy of Urban Ecological Design. The second book that I want to share with you is Urban Ecological Design: A Process for Regenerative Places, which is authored by Danilo Palazzo and Frederick Steiner. The [...]]]></description>
<pubDate><![CDATA[Tue, 31 Jan 2012 16:19:08 GMT]]></pubDate>
</item>
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<title><![CDATA[Sustainable American Cities [Giveaway]]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3232-Sustainable-American-Cities-Giveaway.html]]></link>
<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3232-Sustainable-American-Cities-Giveaway.html]]></guid>
<description><![CDATA[*Leave a comment below through the end of Thursday, February 2, 2012, to be considered for a random giveaway of one copy of Sustainability in America&#8217;s Cities. In the next two articles, I want to share a couple books that I think you may find interesting. The first is Sustainability in America&#8217;s Cities: Creating the [...]]]></description>
<pubDate><![CDATA[Tue, 31 Jan 2012 14:56:45 GMT]]></pubDate>
</item>
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<title><![CDATA[Mercado imobiliário de Manaus negociou R$ 5,9 bilhões em cinco anos]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3231-Mercado-imobiliario-de-Manaus-negociou-R%24-59-bilh%F5es-em-cinco-anos.html]]></link>
<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3231-Mercado-imobiliario-de-Manaus-negociou-R%24-59-bilh%F5es-em-cinco-anos.html]]></guid>
<description><![CDATA[<p><font size="2" face="Arial"><strong><font size="3">Mercado imobili&aacute;rio de Manaus negociou R$ 5,9 bilh&otilde;es em cinco anos<br /><br /></font></strong>Nos &uacute;ltimos cinco anos, as negocia&ccedil;&otilde;es imobili&aacute;rias em Manaus movimentaram R$ 5,9 bilh&otilde;es, segundo proje&ccedil;&atilde;o baseada na arrecada&ccedil;&atilde;o municipal do Imposto sobre Transmiss&atilde;o de Bens Im&oacute;veis por Ato Oneroso (ITBI), que tem al&iacute;quota de 2% sobre cada transa&ccedil;&atilde;o. O montante &eacute; duas vezes maior que todo o or&ccedil;amento da Prefeitura de Manaus para este ano que &eacute; de R$ 3 bilh&otilde;es.&nbsp; <br /><br />S&oacute; no ano passado, a Prefeitura de Manaus arrecadou R$ 39,6 milh&otilde;es do tributo, valor 42,96% superior ao arrecadado em 2010. O resultado reflete o crescimento no volume de neg&oacute;cios imobili&aacute;rios na cidade, que movimentou R$ 1,98 bilh&otilde;es em 2011.<br /><br />Desde 2007 a arrecada&ccedil;&atilde;o do imposto, que &eacute; cobrado em opera&ccedil;&otilde;es de compra e venda de im&oacute;veis novos ou usados, cresceu 169,39% na capital, sendo que, a partir do lan&ccedil;amento do programa federal Minha Casa, Minha Vida, em 2009, o crescimento disparou 104%.<br /><br />&ldquo;Com certeza o lan&ccedil;amento do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) alavancou a venda de im&oacute;veis, pois tem proporcionado para a popula&ccedil;&atilde;o menos favorecida a oportunidade de comprar uma casa pr&oacute;pria&rdquo;, afirma o gerente comercial da construtora Direcional para assuntos da regi&atilde;o Norte, Paulo Assis.<br /><br />De acordo com Assis, os im&oacute;veis direcionados a atender ao programa representam atualmente cerca de 40% dos neg&oacute;cios da empresa. &ldquo;Embora as margens de lucro sejam apertadas, o volume de vendas justifica os esfor&ccedil;os para aumentar as transa&ccedil;&otilde;es neste setor&rdquo;, completa.<br /><br />Em 2007, o munic&iacute;pio de Manaus arrecadou R$ 14,7 milh&otilde;es em ITBI. No ano seguinte, considerado um dos melhores anos da economia nacional, a arrecada&ccedil;&atilde;o cresceu 18,37%. Em 2009, ano em que se iniciou a crise econ&ocirc;mica mundial, o aumento foi de apenas 11,49%.<br /><br />O programa Minha Casa, Minha Vida foi lan&ccedil;ado pelo governo federal em mar&ccedil;o de 2009. No ano seguinte ao seu lan&ccedil;amento, o crescimento na arrecada&ccedil;&atilde;o do ITBI apresentou aumento de 42,78% e, em 2011, o crescimento manteve o ritmo, com incremento de 42,96%.<br /><br />De acordo com informa&ccedil;&otilde;es da Caixa Econ&ocirc;mica Federal, entre 2010 e 2011 foram vendidos 1.472 im&oacute;veis pelo programa e para este ano os investimentos do MCMV est&atilde;o chegando ao interior do Estado.<br /><br /><em>Da Rea&ccedil;&atilde;o, original D24AM.</em></font></p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Tue, 31 Jan 2012 12:38:54 GMT]]></pubDate>
</item>
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<title><![CDATA[Aluguel residencial com aniversário em fevereiro pode subir 4,5%]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3230-Aluguel-residencial-com-aniversario-em-fevereiro-pode-subir-45%25.html]]></link>
<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3230-Aluguel-residencial-com-aniversario-em-fevereiro-pode-subir-45%25.html]]></guid>
<description><![CDATA[<p><font size="2" face="Arial"><strong><font size="3">Aluguel residencial com anivers&aacute;rio em fevereiro pode subir 4,5%<br /><br /></font></strong>A Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas (FGV) divulgou nesta na segunda-feira, dia 30, o primeiro &iacute;ndice de varia&ccedil;&atilde;o do &Iacute;ndice Geral de Pre&ccedil;os do Mercado (IGP-M) de 2012, com aumento de 0,25% em janeiro frente a dezembro de 2011. <br /><br />Para quem possui contrato de aluguel residencial com anivers&aacute;rio em fevereiro e reajuste anual atrelado ao IGP-M &ndash; a grande maioria das loca&ccedil;&otilde;es do mercado &ndash;, o aumento ser&aacute; de 4,53%, que &eacute; a varia&ccedil;&atilde;o acumulada pelo IGP-M nos &uacute;ltimos 12 meses (fevereiro/2011 a janeiro de 2012).&nbsp; <br /><br />Assim, um contrato em andamento que teve o mesmo valor no per&iacute;odo de fevereiro de 2011 a janeiro de 2012, por exemplo de R$ 1.000,00, subir&aacute; para R$ 1.045,30 em fevereiro, com o pagamento ocorrendo no final desse m&ecirc;s ou no in&iacute;cio de mar&ccedil;o. <br /><br />Para facilitar o c&aacute;lculo, o Sindicato da Habita&ccedil;&atilde;o (Secovi-SP) divulga tradicionalmente o fator de reajuste para ser aplicado diretamente no aluguel a ser reajustado. O fator de fevereiro &eacute; de 1,0453. No exemplo acima, o c&aacute;lculo &eacute; realizado da seguinte forma: R$ 1.000,00 (valor a reajustar) multiplicado por 1,0453, o que resultar&aacute; em R$ 1.045,30. <br /><br />&ldquo;Provavelmente o reajuste ser&aacute; aplicado de forma integral, por ser a menor varia&ccedil;&atilde;o acumulada do indicador desde o reajuste de junho de 2010 (relativo ao per&iacute;odo de junho de 2009 a maio de 2010, de 4,18%)&rdquo;, prev&ecirc; Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia e Estat&iacute;stica do Secovi-SP. &ldquo;Al&eacute;m disso, no caso espec&iacute;fico da cidade de S&atilde;o Paulo, os alugu&eacute;is novos t&ecirc;m subido mais do que aqueles em andamento, desestimulando as pessoas a trocarem o aluguel atual por um novo&rdquo;, completa o profissional.<br /><br /><strong>Fatores de Reajustes de aluguel<br /></strong>- Contrato com anivers&aacute;rio em outubro de 2011 e pagamento em novembro de 2011: 1,0746<br />- Contrato com anivers&aacute;rio em novembro de 2011 e pagamento em dezembro de 2011: 1,695<br />- Contrato com anivers&aacute;rio em dezembro de 2011 e pagamento em janeiro de 2012: 1,0595<br />- Contrato com anivers&aacute;rio em janeiro de 2012 e pagamento em fevereiro de 2012: 1,0510<br />- Contrato com anivers&aacute;rio em fevereiro de 2012 e pagamento em mar&ccedil;o de 2012: 1,0453<br /><br /><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o.</em></font></p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Tue, 31 Jan 2012 11:24:11 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Classe média terá FGTS para financiar material de construção]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3229-Classe-media-tera-FGTS-para-financiar-material-de-construcao.html]]></link>
<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3229-Classe-media-tera-FGTS-para-financiar-material-de-construcao.html]]></guid>
<description><![CDATA[<p><font size="2" face="Arial"><font size="3"><strong>Classe m&eacute;dia ter&aacute; FGTS para financiar material de constru&ccedil;&atilde;o<br /></strong><br /></font>O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Servi&ccedil;o (FGTS) aprovou em 10 de janeiro, em reuni&atilde;o extraordin&aacute;ria, uma nova linha de cr&eacute;dito de material de constru&ccedil;&atilde;o para a classe m&eacute;dia. O financiamento ser&aacute; de at&eacute; R$ 20 mil por tomador, que pagar&aacute; o total em at&eacute; <br />120 meses a juros mais baixos que os do mercado. N&atilde;o haver&aacute; limite de renda.<br /><br />Inicialmente, ser&atilde;o ofertados R$ 300 milh&otilde;es, mas o valor pode chegar a R$ 1 bilh&atilde;o, dependendo da demanda. A expectativa &eacute; que a medida entre em vigor em 30 dias. A nova modalidade prev&ecirc; a compra de material para reforma ou amplia&ccedil;&atilde;o de im&oacute;veis residenciais a uma taxa de juros m&aacute;xima (custo efetivo m&aacute;ximo para o mutu&aacute;rio) de 12% ao ano. Esse percentual abrange juros, comiss&otilde;es e outros encargos.Para fam&iacute;lias com renda bruta mensal de at&eacute; R$ 5.400, o FGTS j&aacute; disp&otilde;e de linhas de material de constru&ccedil;&atilde;o com juros m&aacute;ximos de 8,5% ao ano. Tamb&eacute;m t&ecirc;m acesso a financiamentos habitacionais mais em conta, no programa <br />Minha Casa, Minha Vida. A nova linha de cr&eacute;dito n&atilde;o implica a retirada, pelo tomador, de dinheiro de sua conta no FGTS. O financiamento tem como fonte recursos do Fundo. A principal exig&ecirc;ncia &eacute; que o tomador tenha conta no FGTS. Tamb&eacute;m &eacute; necess&aacute;rio comprovar propriedade do im&oacute;vel e regulariza&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea constru&iacute;da<br /><br /><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o, original Jornal Metr&oacute;pole.</em></font></p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Tue, 31 Jan 2012 11:24:11 GMT]]></pubDate>
</item>
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<title><![CDATA[Sustainability in America?s Cities [Book]]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3228-Sustainability-in-Americas-Cities-Book.html]]></link>
<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3228-Sustainability-in-Americas-Cities-Book.html]]></guid>
<description><![CDATA[*Leave a comment below through the end of Thursday, February 2, 2012, to be considered for a random giveaway of one copy of Sustainability in America&#8217;s Cities.  In the next two articles, I want to share a couple books that I think you may find interesting.  The first is Sustainability in America&#8217;s Cities: Creating the [...]]]></description>
<pubDate><![CDATA[Tue, 31 Jan 2012 07:22:04 GMT]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[My Green Bath Rehab on HouseLogic]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3227-My-Green-Bath-Rehab-on-HouseLogic.html]]></link>
<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3227-My-Green-Bath-Rehab-on-HouseLogic.html]]></guid>
<description><![CDATA[I was happy to read all the comments and suggestions to my first article on HouseLogic, where I&#8217;m documenting a water-wise bathroom remodel.  So you know, my next installment is live today and, as with the first article, HouseLogic is offering a chance to win another $100 with this second article.  I hope you enjoy [...]]]></description>
<pubDate><![CDATA[Mon, 30 Jan 2012 14:00:27 GMT]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crédito imobiliário com recursos da poupança é recorde]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3226-Credito-imobiliario-com-recursos-da-poupanca-e-recorde.html]]></link>
<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3226-Credito-imobiliario-com-recursos-da-poupanca-e-recorde.html]]></guid>
<description><![CDATA[<p><font size="2" face="Arial"><strong><font size="3">Cr&eacute;dito imobili&aacute;rio com recursos da poupan&ccedil;a &eacute; recorde<br /><br /></font></strong>O cr&eacute;dito imobili&aacute;rio cresceu 42% no ano passado na compara&ccedil;&atilde;o com 2010. O volume de im&oacute;veis financiados bateu recorde e somou R$ 79,9 bilh&otilde;es em 2011, de acordo com dados divulgados na quinta-feira, 26 de janeiro, pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Entidades de Cr&eacute;dito Imobili&aacute;rio e Poupan&ccedil;a (Abecip).<br /><br />Em n&uacute;mero de im&oacute;veis foram financiados 493 mil unidades em 2011, expans&atilde;o de 17% ante 2010. Na compara&ccedil;&atilde;o com 2010, foram liberados R$ 23,7 bilh&otilde;es a mais em financiamento no ano passado. Os dados da Abecip consideram apenas os financiamentos com recursos da caderneta de poupan&ccedil;a.<br /><br />Em 2011, a capta&ccedil;&atilde;o l&iacute;quida da poupan&ccedil;a somou R$ 9,4 bilh&otilde;es. O saldo da caderneta cresceu mais de R$ 30 bilh&otilde;es entre janeiro e dezembro e encerrou o ano passado em R$ 330,6 bilh&otilde;es.<br />Considerando apenas o desempenho do m&ecirc;s de dezembro, o cr&eacute;dito imobili&aacute;rio cresceu 34% ante o mesmo m&ecirc;s de 2010, com volume financiado de R$ 8,2 bilh&otilde;es, segundo a Abecip. Em rela&ccedil;&atilde;o a novembro, a expans&atilde;o ficou em 23%.<br /><br />Em n&uacute;mero de im&oacute;veis, foram financiados 49,6 mil unidades no &uacute;ltimo m&ecirc;s de 2011, ante 39,1 mil em novembro e 43,5 mil em dezembro de 2010. Segundo a Abecip, foi um novo recorde mensal.<br /><br />A taxa de inadimpl&ecirc;ncia do financiamento habitacional, considerando atrasos acima de tr&ecirc;s presta&ccedil;&otilde;es, por sua vez, ficou em 2% em 2011, praticamente est&aacute;vel em rela&ccedil;&atilde;o a 2010, quando estava em 2,1%. &quot;A inadimpl&ecirc;ncia est&aacute; em n&iacute;vel bastante baixo, bem menor que outras linhas de credito&quot;, disse o presidente da Abecip, Octavio de Lazari Junior. O n&iacute;vel mais alto de calotes do segmento imobili&aacute;rio foi em 2006, quando estava em 6,3%. &quot;Em uma escala de prioridades, o brasileiro, em caso de dificuldade, prefere pagar primeiro o financiamento da sua casa, por isso a menor inadimpl&ecirc;ncia.&quot;<br /><br />Para a Abecip, o financiamento habitacional deve ter em 2012 outro ano de forte expans&atilde;o, mas em ritmo menor. A proje&ccedil;&atilde;o &eacute; de alta de 30%. O volume financiado deve somar R$ 103,9 bilh&otilde;es, considerando somente o cr&eacute;dito habitacional com recursos da poupan&ccedil;a.<br /><br /><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o, original O Estado de S. Paulo.</em></font></p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Mon, 30 Jan 2012 13:55:42 GMT]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MRV planeja vender15,7% a mais que em 2011]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3225-MRV-planeja-vender57%25-a-mais-que-em-.html]]></link>
<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3225-MRV-planeja-vender57%25-a-mais-que-em-.html]]></guid>
<description><![CDATA[<font size="2" face="Arial"><strong><font size="3">MRV planeja vender 15,7% a mais que em 2011<br /><br /></font></strong>Depois de cumprir sua meta de vendas contratadas em 2011, a MRV Engenharia projeta comercializar de R$ 4,5 bilh&otilde;es a R$ 5,5 bilh&otilde;es em 2012. O ponto m&eacute;dio do guidance corresponde a 15,7% de alta em rela&ccedil;&atilde;o aos R$ 4,322 bilh&otilde;es que a companhia vendeu no ano passado. A meta era de R$ 4,3 bilh&otilde;es a R$ 4,7 bilh&otilde;es. Na compara&ccedil;&atilde;o com 2010, as vendas contratadas cresceram 15%. Os n&uacute;meros referem-se &agrave; parcela da companhia. A MRV comercializou o correspondente a 38,697 mil unidades.<br /><br />A companhia teve, no quarto trimestre do ano passado, o melhor de sua hist&oacute;ria em vendas contratadas, com R$ 1,439 bilh&atilde;o, o equivalente a 13,005 mil unidades. No per&iacute;odo, 90% das vendas se enquadraram no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. No ano, 88% das vendas foram eleg&iacute;veis ao programa.<br /><br />Hoje, a incorporadora anunciou tamb&eacute;m guidance de margem Ebitda de 24% a 28% para este ano. Para 2011, a meta de margem Ebitda era de 25% a 28%, mas a companhia ainda n&atilde;o divulgou se cumpriu a proje&ccedil;&atilde;o.<br /><br />No ano passado, a MRV lan&ccedil;ou R$ 4,632 bilh&otilde;es, 1% acima de 2010. Foram lan&ccedil;adas 41,825 mil unidades em 2011. No quarto trimestre, a companhia lan&ccedil;ou R$ 1,389 bilh&atilde;o. O pre&ccedil;o m&eacute;dio de lan&ccedil;amentos por unidades foi de R$ 104,8 mil no trimestre, 4% acima do mesmo per&iacute;odo de 2010. J&aacute; o pre&ccedil;o m&eacute;dio de vendas foi de R$ 110,7 mil no &uacute;ltimo trimestre de 2011, com alta de 6% ante o intervalo equivalente do ano anterior.<br /><br /><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o, original Valor Econ&ocirc;mico.</em></font>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Mon, 30 Jan 2012 12:43:27 GMT]]></pubDate>
</item>
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<title><![CDATA[Reclamações contra construtoras superam as de bancos em 2011 ]]></title>
<link><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3224-Reclamac%F5es-contra-construtoras-superam-as-de-bancos-em--.html]]></link>
<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://smprojetos.com/noticias-3224-Reclamac%F5es-contra-construtoras-superam-as-de-bancos-em--.html]]></guid>
<description><![CDATA[<p><font size="2" face="Arial"><strong><font size="3">Reclama&ccedil;&otilde;es contra construtoras superam as de bancos em 2011 <br /><br /></font></strong>Problemas como atraso na obra; v&iacute;cios ou defeitos de constru&ccedil;&atilde;o; taxas abusivas como Sati e corretagem; cobran&ccedil;a de juros sobre juros e leil&otilde;es de im&oacute;veis foram as reclama&ccedil;&otilde;es mais recebidas pela Associa&ccedil;&atilde;o dos Mutu&aacute;rios de S&atilde;o Paulo e Adjac&ecirc;ncias (AMSPA) durante no ano de 2011. &ldquo;Das muitas queixas que recebemos todos os dias, quase 60% delas s&atilde;o contra construtoras, as outras queixas s&atilde;o relacionadas a bancos. &Eacute; n&iacute;tida a falta de conhecimento dos mutu&aacute;rios. Por conta disso ficam &agrave; merc&ecirc; dessas institui&ccedil;&otilde;es&rdquo;, afirma Marco Aur&eacute;lio Luz, presidente da institui&ccedil;&atilde;o.&nbsp;&nbsp; <br /><br />Conforme levantamento, de janeiro a dezembro do ano passado, houve 2.199 reclama&ccedil;&otilde;es referentes &agrave;s construtoras. Dessas, 32% dos reclamantes deram entrada na Justi&ccedil;a, ou seja, 956 mutu&aacute;rios. O resultado apresentou um aumento de 59% nas queixas e um crescimento de 48% nas a&ccedil;&otilde;es impetradas junto ao Poder Judici&aacute;rio. Os dados s&atilde;o comparativos a 2010, quando houve respectivamente 1.477 descontentes e 369 a&ccedil;&otilde;es judiciais. <br /><br />J&aacute; em rela&ccedil;&atilde;o aos casos de desacordo no financiamento, as reclama&ccedil;&otilde;es atingiram o n&uacute;mero de 769 em 2011 contra 664 do ano anterior, representando uma eleva&ccedil;&atilde;o de 15,81%. Dos queixosos do ano passado, 530 moveram a&ccedil;&atilde;o contra 411 em 2010, atingindo um aumento de 28,89%. &ldquo;Numa compara&ccedil;&atilde;o entre as queixas de construtoras e bancos, aqui na AMSPA, entre 2010 e 2011 tivemos 185% a mais de casos envolvendo construtoras e 120% em 2010&rdquo;, ressalta Marco.&nbsp;&nbsp; <br /><br />O consultor de atendimento J&uacute;lio Cesar Rodrigues comprou seu im&oacute;vel em 2009, mas quando fechou o neg&oacute;cio foi obrigado a pagar a taxa sobre Servi&ccedil;o de Assessoria T&eacute;cnica Imobili&aacute;ria (Sati), no valor de R$ 3 mil e mais R$ 6.500 sobre a corretagem, ambas divididas no financiamento. &ldquo;Na &eacute;poca n&atilde;o tinha conhecimento sobre a ilegalidade da cobran&ccedil;a e fui informado que as taxas seriam para servi&ccedil;os administrativos e jur&iacute;dicos&rdquo;, diz. Depois quando o mutu&aacute;rio foi pesquisar viu que a cobran&ccedil;a era indevida e procurou questionar a construtora, mas n&atilde;o obteve resposta. &ldquo;Al&eacute;m deste aborrecimento, estou aguardando a entrega do im&oacute;vel prevista para dezembro de 2011 e at&eacute; o momento nada. A construtora informa que falta o Habite-se&rdquo;, acrescenta. &ldquo;Agora o prazo ficou para o fim de fevereiro. Tomara que entreguem antes do meu casamento que ser&aacute; em maio. Cada vez que busco informa&ccedil;&otilde;es, vejo total descaso&rdquo;, desanima-se.<br /><br />O atraso na entrega da obra &eacute; outro problema recorrente que tem gerado n&uacute;mero maior de reclama&ccedil;&otilde;es. O educador social Israel Santana da Silva sabe bem o que representa essa realidade. O seu im&oacute;vel deveria ser entregue h&aacute; mais de um ano - em dezembro de 2010 - e no momento, a obra est&aacute; ainda na fase de terraplenagem. &ldquo;Por conta da situa&ccedil;&atilde;o, entrei na Justi&ccedil;a e estou reivindicando o congelamento do INCC - &Iacute;ndice Nacional de Custo da Constru&ccedil;&atilde;o no meu financiamento e cobrando a multa de 2% pela demora&rdquo;, explica. Hoje, para poder arcar com o pagamento do im&oacute;vel (R$ 350) e do aluguel (R$ 490), Israel trabalha tr&ecirc;s empregos diferentes. <br />&ldquo;Estou esgotado, tanto fisicamente como psicologicamente, com medo de n&atilde;o conseguir a aprova&ccedil;&atilde;o do financiamento no banco (no momento o mutu&aacute;rio paga para a construtora at&eacute; a libera&ccedil;&atilde;o das chaves quando poder&aacute; fazer o financiamento) devido &agrave; valoriza&ccedil;&atilde;o da propriedade&rdquo;, reclama.&nbsp; <br /><br />A falta de m&atilde;o de obra, a libera&ccedil;&atilde;o do Habite-se pela Prefeitura e as chuvas foram as desculpas que a construtora alegou a William David Gomes de Jesus pelo atraso de um ano na entrega do im&oacute;vel. &ldquo;Devido &agrave; demora, minha vida travou, n&atilde;o posso fazer mais nada. Pretendia trocar meu carro e ter um filho&rdquo;, desabafa. Mas as contas altas com pagamento da nova propriedade e a ajuda &agrave; m&atilde;e pesaram no or&ccedil;amento e fizeram que ele e a esposa voltassem cada um para a casa dos pais. &ldquo;Eu n&atilde;o posso morar l&aacute; e, com isso, continuo comprometendo em torno de R$ 1.400 da minha renda com loca&ccedil;&atilde;o da casa da minha m&atilde;e e pagamento das presta&ccedil;&otilde;es&rdquo;, detalha. <br /><br /><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o.</em></font></p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Mon, 30 Jan 2012 12:43:25 GMT]]></pubDate>
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