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Jetson Green
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Construção Verde
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Jetson Green
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Construção Verde
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Obra 24hs
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Mercado
Crédito imobiliário com recursos da poupança é recorde
O crédito imobiliário cresceu 42% no ano passado na comparação com 2010. O volume de imóveis financiados bateu recorde e somou R$ 79,9 bilhões em 2011, de acordo com dados divulgados na quinta-feira, 26 de janeiro, pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).
Em número de imóveis foram financiados 493 mil unidades em 2011, expansão de 17% ante 2010. Na comparação com 2010, foram liberados R$ 23,7 bilhões a mais em financiamento no ano passado. Os dados da Abecip consideram apenas os financiamentos com recursos da caderneta de poupança.
Em 2011, a captação líquida da poupança somou R$ 9,4 bilhões. O saldo da caderneta cresceu mais de R$ 30 bilhões entre janeiro e dezembro e encerrou o ano passado em R$ 330,6 bilhões. Considerando apenas o desempenho do mês de dezembro, o crédito imobiliário cresceu 34% ante o mesmo mês de 2010, com volume financiado de R$ 8,2 bilhões, segundo a Abecip. Em relação a novembro, a expansão ficou em 23%.
Em número de imóveis, foram financiados 49,6 mil unidades no último mês de 2011, ante 39,1 mil em novembro e 43,5 mil em dezembro de 2010. Segundo a Abecip, foi um novo recorde mensal.
A taxa de inadimplência do financiamento habitacional, considerando atrasos acima de três prestações, por sua vez, ficou em 2% em 2011, praticamente estável em relação a 2010, quando estava em 2,1%. "A inadimplência está em nível bastante baixo, bem menor que outras linhas de credito", disse o presidente da Abecip, Octavio de Lazari Junior. O nível mais alto de calotes do segmento imobiliário foi em 2006, quando estava em 6,3%. "Em uma escala de prioridades, o brasileiro, em caso de dificuldade, prefere pagar primeiro o financiamento da sua casa, por isso a menor inadimplência."
Para a Abecip, o financiamento habitacional deve ter em 2012 outro ano de forte expansão, mas em ritmo menor. A projeção é de alta de 30%. O volume financiado deve somar R$ 103,9 bilhões, considerando somente o crédito habitacional com recursos da poupança.
Da Redação, original O Estado de S. Paulo.
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Obra 24hs
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Mercado
MRV planeja vender 15,7% a mais que em 2011
Depois de cumprir sua meta de vendas contratadas em 2011, a MRV Engenharia projeta comercializar de R$ 4,5 bilhões a R$ 5,5 bilhões em 2012. O ponto médio do guidance corresponde a 15,7% de alta em relação aos R$ 4,322 bilhões que a companhia vendeu no ano passado. A meta era de R$ 4,3 bilhões a R$ 4,7 bilhões. Na comparação com 2010, as vendas contratadas cresceram 15%. Os números referem-se à parcela da companhia. A MRV comercializou o correspondente a 38,697 mil unidades.
A companhia teve, no quarto trimestre do ano passado, o melhor de sua história em vendas contratadas, com R$ 1,439 bilhão, o equivalente a 13,005 mil unidades. No período, 90% das vendas se enquadraram no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. No ano, 88% das vendas foram elegíveis ao programa.
Hoje, a incorporadora anunciou também guidance de margem Ebitda de 24% a 28% para este ano. Para 2011, a meta de margem Ebitda era de 25% a 28%, mas a companhia ainda não divulgou se cumpriu a projeção.
No ano passado, a MRV lançou R$ 4,632 bilhões, 1% acima de 2010. Foram lançadas 41,825 mil unidades em 2011. No quarto trimestre, a companhia lançou R$ 1,389 bilhão. O preço médio de lançamentos por unidades foi de R$ 104,8 mil no trimestre, 4% acima do mesmo período de 2010. Já o preço médio de vendas foi de R$ 110,7 mil no último trimestre de 2011, com alta de 6% ante o intervalo equivalente do ano anterior.
Da Redação, original Valor Econômico.
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Mercado
Reclamações contra construtoras superam as de bancos em 2011
Problemas como atraso na obra; vícios ou defeitos de construção; taxas abusivas como Sati e corretagem; cobrança de juros sobre juros e leilões de imóveis foram as reclamações mais recebidas pela Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (AMSPA) durante no ano de 2011. “Das muitas queixas que recebemos todos os dias, quase 60% delas são contra construtoras, as outras queixas são relacionadas a bancos. É nítida a falta de conhecimento dos mutuários. Por conta disso ficam à mercê dessas instituições”, afirma Marco Aurélio Luz, presidente da instituição.
Conforme levantamento, de janeiro a dezembro do ano passado, houve 2.199 reclamações referentes às construtoras. Dessas, 32% dos reclamantes deram entrada na Justiça, ou seja, 956 mutuários. O resultado apresentou um aumento de 59% nas queixas e um crescimento de 48% nas ações impetradas junto ao Poder Judiciário. Os dados são comparativos a 2010, quando houve respectivamente 1.477 descontentes e 369 ações judiciais.
Já em relação aos casos de desacordo no financiamento, as reclamações atingiram o número de 769 em 2011 contra 664 do ano anterior, representando uma elevação de 15,81%. Dos queixosos do ano passado, 530 moveram ação contra 411 em 2010, atingindo um aumento de 28,89%. “Numa comparação entre as queixas de construtoras e bancos, aqui na AMSPA, entre 2010 e 2011 tivemos 185% a mais de casos envolvendo construtoras e 120% em 2010”, ressalta Marco.
O consultor de atendimento Júlio Cesar Rodrigues comprou seu imóvel em 2009, mas quando fechou o negócio foi obrigado a pagar a taxa sobre Serviço de Assessoria Técnica Imobiliária (Sati), no valor de R$ 3 mil e mais R$ 6.500 sobre a corretagem, ambas divididas no financiamento. “Na época não tinha conhecimento sobre a ilegalidade da cobrança e fui informado que as taxas seriam para serviços administrativos e jurídicos”, diz. Depois quando o mutuário foi pesquisar viu que a cobrança era indevida e procurou questionar a construtora, mas não obteve resposta. “Além deste aborrecimento, estou aguardando a entrega do imóvel prevista para dezembro de 2011 e até o momento nada. A construtora informa que falta o Habite-se”, acrescenta. “Agora o prazo ficou para o fim de fevereiro. Tomara que entreguem antes do meu casamento que será em maio. Cada vez que busco informações, vejo total descaso”, desanima-se.
O atraso na entrega da obra é outro problema recorrente que tem gerado número maior de reclamações. O educador social Israel Santana da Silva sabe bem o que representa essa realidade. O seu imóvel deveria ser entregue há mais de um ano - em dezembro de 2010 - e no momento, a obra está ainda na fase de terraplenagem. “Por conta da situação, entrei na Justiça e estou reivindicando o congelamento do INCC - Índice Nacional de Custo da Construção no meu financiamento e cobrando a multa de 2% pela demora”, explica. Hoje, para poder arcar com o pagamento do imóvel (R$ 350) e do aluguel (R$ 490), Israel trabalha três empregos diferentes. “Estou esgotado, tanto fisicamente como psicologicamente, com medo de não conseguir a aprovação do financiamento no banco (no momento o mutuário paga para a construtora até a liberação das chaves quando poderá fazer o financiamento) devido à valorização da propriedade”, reclama.
A falta de mão de obra, a liberação do Habite-se pela Prefeitura e as chuvas foram as desculpas que a construtora alegou a William David Gomes de Jesus pelo atraso de um ano na entrega do imóvel. “Devido à demora, minha vida travou, não posso fazer mais nada. Pretendia trocar meu carro e ter um filho”, desabafa. Mas as contas altas com pagamento da nova propriedade e a ajuda à mãe pesaram no orçamento e fizeram que ele e a esposa voltassem cada um para a casa dos pais. “Eu não posso morar lá e, com isso, continuo comprometendo em torno de R$ 1.400 da minha renda com locação da casa da minha mãe e pagamento das prestações”, detalha.
Da Redação.
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